09/12/2013

Stan me fez lembrar algo muito importante

   Andando sozinho pelas ruas deste vasto e corrupto país onde nada se resolve. Tudo sempre acaba em risada. Fico a pensar, por que ando só e não acompanhado de alguém. Saber eu sei, mas quem te interesse direto na fortuna dos outros disso eu aprendi a separar. Nunca sei o que está na esquina, apenas sei que a minha trajetória vai ser árdua. Não me importo com status social, apesar que, ter dinheiro é sempre bom...Um dia talvez um dia eu vou fazer uma maquina de dinheiro, que sempre me dê dinheiro diariamente. Opa, já inventaram um, deram o nome de caixa automático.
   Pois é eu tenho uma criatividade imensa, crio mundos, crio pessoas, ate posso criar personalidades..... Ja desafiei a morte num duelo de guitarras, já morri, mostrei que sofri por mulher. Ah! a vida é engraçada demais pra quem acha que é só brisa, pra quem não tem problemas. A verdadeira tristeza esta em saber que eu moro em uma sociedade onde a moeda de troca é um relés e simples pedaço de papel, que se não houver cautela, rasga-se facilmente. Pessoas matam e morrem por 50 centavos. Brasil um país onde brigas acontecem por causa de 22 homens e uma bola. ''Por que o meu time é campeão disso e daquilo''. Admito gosto de uma boa partida de futebol, eu já passei horas e horas discutindo com torcedores de outros times pra ver qual é o melhor.... mas a merda desse assunto nunca tem fim. Quem quiser criticar, que faça! Política e religião dois becos sem fim, não adianta discutir. Um lado sempre vai achar que ta certo e ponto.
   aonde eu quero chegar com esse imenso texto. Canto algum apenas um pequeno desabafo de quem já cansou de escutar, escutar, escutar, e simplesmente decide começar uma revolução. Eu aprendi que a maior revolução que alguém pode fazer é pelo próximo. Mostrando o seu lado HUMANO ao outro. Ok acho que ja falei demais

21/11/2013

Um duelo inesperado

   Pandorium Jenkins de volta a ativa, acabou de assinar o contrato com a morte e escolheu a sua memória. Senhor jenkins lembrou de sua banda quando jovem, ''A caixa de pandora'' uma banda de rock e que sempre fazia cover de system of a down. Namorando com uma jovem menina chamada Flora. Os dois se gostando tanto, mas tanto, porem o joven jenkins, por pirraça decidiu largar a sua carreira de musico pra se formar em filosofia e refletir na vida. "então é essa memoria que desejas ?'' Retrucou a morte. ''Sim'', Respondeu com total confiança. 
   Acordando em sua antiga cama de casal, que estava constantemente cheia por roupas e livros. O alarme de seu celular tocava todos os dias as 5:30 da manhã. Pandorium abriu os seus olhos, procurou a sua toalha e foi tomar banho, saindo de la foi direto ao estúdio, onde toda a banda estava reunida e assinou contrato com a gravadora para produção do seu primeiro disco '' Memorias póstumas de um titã'' seria o nome do tal álbum. Enquanto na gravadora ele começou a escrever e a passar as melodias para as musicas de seu novo CD. foram escritas 3 novas faixas para um disco que iria conter 10 faixas, todas tocadas por Jenkins e a sua guitarra, solos e mais solos frenéticos com a sua própria personalidade mais com aquele leve toque de sua banda predileta. Já era  6:30 da noite e ele se lembrou que ia se encontrar com a sua amada, no bar do rock onde Pandorium frequentava, quem tocava um instrumento poderia desafiar alguém para um ''duelo'' e o vencedor ficaria com uma certa contagem de pontos, e no final do mês quem estivesse em 1º lugar ganharia uma caixa de Whisky jack daniels. Sonho, e desejo de consumo do jovem senhor Jenkins. 
        Assim que Jenkins entrou no bar, um guitarrista chamado La muerte. Jenkis ja sabia do que isso se tratava, a morte novamente lhe desafiando e querendo saber a sua capacidade, então jenkis, aceitou o desafio. A morte abriu com o classico highway to heel de AC/DC. Jenkis rebateu com Master of pupets, Metallica. 1x0 Jenkis a favor da plateia, 2º round o guitarrista, abriu com If you where there - arctic monkeys. La Muerte, rebate com californication - Red Hot chilly pepers, Empatado com a morte, jenkis sabia que teria que puxar as armas pesadas, sabia que ele teria que mostrar todo o seu potencial ali naquele palco, então ele começou a recitar ''lonely day - soad'' sua musica predileta. 

-''E se você for, eu quero ir com você, e se você morrer,  eu quero morrer com você. Pegar na sua mão e ir embora. O dia mais solitário da minha vida... ''

Assim que ele começou o solo a figura da morte foi desaparecendo e uma ''aura'', tipo super sayajin o rodeava e com o poder do rock, o solo mais que perfeito, ele derrotou a morte através do poder do rock. Os Deuses o concederam poder para derrotar a morte e ganhar a tão sonhada caixa e eternamente o coração de Flora, quem tanto ele ama.

08/11/2013

Caixa de sonhos

Vidro quebrado na madrugada,
Sonhos roubados guardados na caixa.
Vitrola quebrada e vinil arranhado.
Corpo cansado e olhos molhados.
Porta aberta e cigarro queimando,
pela casa os ecos do coração pulsando.
Lareira acesa, copo vazio,
Silencio rompido pelo vento frio.
Garrafa no chão com o vinho pingando
e por uma ultima vez o sono chegando.

-FlavioFreitas

01/11/2013

Apagando memórias

      Senhor Jenkins olhou para esquerda, depois para a direita, olha novamente para esquerda. Sentando numa pequena sala, onde na sua frente tem uma mesa, em cima da mesa tem uma pasta com o seu nome ''Pandorium Jenkins''. Sim o nome de senhor Jenkins é pandorium, ele nunca se incomodou com o seu primeiro nome, claro, ele não sabia onde estava a cabeça do pai no momento de seu nascimento. Assustado com o que viu, em seguida entrou um homem com um blazer branco e uma camisa ensacada preta. O homem olha diretamente pra sr. Jenkis e pergunta ''Você não me conhece, porem eu o conheço a um bom tempo'' . Olhos arregalados e pernas tremulas, Pandorium se sentiu na obrigação de perguntar. ''Quem é o senhor ?'', ''o ''senhor''  de quem fala é o meu superior, eu sou apenas um peão neste grande tabuleiro, Pandorium, eu sou a morte, é um prazer. Finalmente terei a oportunidade de apertar a sua mão''. A morte estendeu-lhe a mão e o cumprimentou. O bom e velho sr.Jenkins ficou acanhado, mas mesmo assim apertou a mão da morte. Confuso com a situação ele pergunta para a morte, " O que é que eu to fazendo aqui?" -"simples, você morreu, porem o meu superior acredita que você merece alguns anos a mais, tudo que você tem que fazer é vender a sua alma pra mim'', retrucou-lhe. Novamente os olhos de Jenkins se arregalaram e ele ficou sem saber o que falar, olhando a situação a morte ficou com um ar de riso e se estourou em gargalhadas. " Você achou mesmo que eu quero a sua alma? Meu nobre amigo, a sua alma eu ja retirei do seu corpo material. Bom pra amenizar a situação eu vou trazer um contrato para você assinar''. Curioso, como sempre, Jenkins pergunta " Que contrato é esse?" " este contrato diz o seguinte, que você, Pandorium Jenkins esta jurando perante o meu superior, neste caso Deus, que assim que sua alma retornar, seus hábitos de fumante irão cessar ate o momento em que Deus necessitar de sua ajuda. É basicamente isso que o contrato diz, tem as cláusulas  mas é só complementando a ideia". O sábio, porem velho, ficou assustado com o contrato apresentado perante os seus olhos. "Basta assinar que tudo volta como antes?'' surge a duvida, rapidamente a morte desabotoa o seu blazer branco e o entrega uma caneta e diz, " eu ainda deixo você selecionar a memoria pra a qual você deseja retornar''.
   Levantando a caneta, jenkins começou a pensar qual memoria ele queria voltar. Pensando para si mesmo, refletiu: Vou para uma memoria antes de conhecer maori, sendo assim eu consigo no minimo uns 50 anos a mais do que o esperado, sofri demais por ela, por mim, esta memoria eu faço questão de desapegar com a maior facilidade. Querendo ou não eu ainda vou lembrar dela, mas vou fazer um bem tanto a mim como a ela, de não ter aparecido em sua vida.
   ''Então, contrato assinado, realmente você ate morreria pelo proprio bem dela, retone a vida. Não se esqueça que a sua restrição é fumar''. Abrindo um imenso sorriso pandorium olhou para a morte e retrucou-lhe, " Morte, por que você acha que eu fumava?'' confuso a morte o desafiou, "não entendi, você fez de tudo pra se mata, morrendo você assina um contrato para reparar todo sofrimento feito por apenas uma mulher?!! Esperto, esperto até demais, agora eu entendo por que Deus mandou eu te dá uma segunda chance''. Com um sorriso no rosto, e voltando a ultima memória, Jenkins lembra de uma velha canção '' E se eu fosse o primeiro a voltar pra mudar o que eu fiz, Quem agora eu seria?''

   

23/10/2013

Mente pequena, porém mal acabada

    Sempre atento aos seus pequenos movimentos, sento olho pra frente apenas observando, prestando atenção a cada cena a cada detalhe a cada movimento que cada um faz, que cada um cria. Apenas sei que to vivo, ligado e aceso. Leve,  porém dobrado no peso. consciência conversando com os meus pensamentos. Debates simples porem complexos...a minha razão me questiona, o que devo fazer? nem sempre o caminho mais divertido é o caminho errôneo, o caminho dos mal afazeres. O certo porém sempre trará uma duvida aqui, outra ali. A certeza que fica é aquela em saber que o seu coração tá no lugar certo. Nem tudo vai de acordo com o que ta planejado. Nem tudo é o que esperaríamos em ser, o que agoniza nas mentes ingenuas e singelas é algo... acho que a palavra já diz tudo, ''agoniza''.  A certeza é o calmante dessa mente grande porém ingenua, é talvez seja na hora desta mente pensar por fora dos seus extremos ou isso seria muito radical. Não existe meio termo, ou ta certo ou ta errado, se uma coisa ta feita, já era meu nobre, não adianta correr atrás do estrago. Esta mente é exatamente uma mente diferente de muita gente, não apenas por ta inocentada da realidade nua e crua do mundo, é apenas o modo de como as coisas são vistas. Nada de que será feito não ira, por fim, ser em vão. Viva a ser feliz e não viva em vão!

29/09/2013

Vou contar lhes um conto

Himiko, era a rainha do japão, sua beleza era inigualável, todos os homens em seu reino a desejavam, muitos tentaram conquistar o seu coração, porem nenhum saiu com sucesso. A rainha buscava o seu rei mas o  rei que ela procurava não poderia agir com extinto, não poderia ser uma homem qualquer, teria que ser um homem digno de ser rei, que agiria de acordo com o seu coração e saberia o que fazer em determinados momentos. Cansada da solidão, Himiko partiu em uma jornada para pedir conselhos ao seu guru que situava escondido entre o monte Gusuku.
        Dentro do templo do guru Hanamakura, ela faz o seguinte questionamento. '' Meu nobre guru, estou farta de homens agindo só por extinto, estou pronta para escolher o meu rei, mas onde eu saberei achar-lo, no meu reino já vi que os homens são animais, e não agem com razão'' suplicou-lhe. O guru em estado de meditação abriu os seus olhos, olho diretamente na alma da rainha e respondeu-lhe: '' O rei que tanto procuras,  tem vastas terras, e os seus guerreiros são extremamente fieis a seu senhor, pois a sua razão é a mais limpa entre todos os reinos japoneses''. - ''Mas como eu vou saber que é ele mesmo?'' replicou Himiko. '' uma simples pergunta, no calor do momento, a pergunta virá em mente, minha criança, viaje para o norte, lá você vai acha a resposta para todas as suas perguntas''
      A rainha já cheia de esperança levou a sua corte para o norte assim instruído por Hanamakura, chegando no norte a primeira coisa que a bela rainha viu foi o castelos de senhor feudal Ruisu Rokku, praticamente o senhor feudal mais humilde entre todos os outros lordes feudais. O lorde Ruisu comandava uma pequena frota de 500 samurais pra vigia meio hectare de terras em seu nome. A rainha espantou-se ao saber que o lorde do norte tinha uma ínfima quantia de terra em seu nome, e espantou-se mais ainda quando soube que a sua frota era composta por nada mais e nada menos que 500 homens. A rainha foi recebida com vários cortejos, complementos do lorde Rokku.
      Himiko ficou surpresa com o humilde palácio que o lorde do norte tinha, não era nada tão exuberante nem nada tão pobre, era algo, digamos medíocre, feito para satisfazer qualquer realeza. Chegando na mesa de jantar,  Ruisu Rokku, serviu o que de melhor tinha em seu estoque, as melhores bebidas, as comidas mais refinadas e a referência de seus empregados referentes ao seu mestre, porem o que espantou mesmo a rainha foi a liberdade de expressão que os ''servos'' tinham dentro de seu palácio. Irritada a rainha exaltou-se: '' lorde Ruisu Rokku, não acredito que você deixa os seus servos falarem a hora que querem, e ainda mais do jeito que querem, como vai puni-los'',  Rokku  levantou se pacificamente e explicou para a rainha, ‘’ Minha linda e exuberante rainha, sobre o teto do meu palácio não existe servos, claro eu pago os seus serviços prestados a minha família, pois a minha riqueza se estende  ate onde os seus olhos conseguem enxergar, conheço cada servo pelo seu nome e sobrenome, conheço ate os seus herdeiros e suas respectivas mulheres, meus 500 samurais que estão em labor no pátio, conheço cada um e cada revindicação que eles tem a me dizer. Aqui no meu palácio não são apenas  servos a mim, eles são mais do que isso, eles são a minha família eu tenho amor por cada um deles como se cada um deles fossem irmãos para mim, perdoe me se eu fui arrogante com a vossa alteza, está é simples mente o meu código de ética’’. Lágrimas desceram do rosto da rainha, lentamente ela levantou-se  ajoelhou-se e pediu o lorde do norte em casamento.

31/08/2013

Revelações por tras da mascara

   Confesso que eu sou um traíra, um traíra a minha própria palavra. Eu menti, e dai, mas mentir pra tentar enganar a quem? Depois de muito tempo sobre a mesma mentira eu acabei por perceber que, eu estava apenas criando expectativas sem nexo. O interessante é: eu busquei felicidade onde não tinha, era apenas um meio onde, eu me dopava e era passageiro, horas depois eu era a mesma pessoa só que dopada e iludida com uma falsa felicidade. Aqui eu admito, eu era um falso moralista com falsos ideais, mesmo assim o que eu falava tinha uma certa base, mas nem cem por cento, era o que eu queria transmitir, ergui uma mascara, não queria mostrar o meu verdadeiro lado. Falsidade? não apenas vergonha de mostrar a verdadeira criança que ainda reside em mim. Hoje eu to mais tranquilo, achei minha paz. Pensei que era impossível, mas quando eu menos esperei, a felicidade veio a mim. Me contagiou de uma maneira que eu achei que era impossível, cada palavra lida era uma ''indireta'' mandando eu mudar. Cada capitulo lido é uma lição de vida me mostrando que o impossível é possível.  A criança de que eu falei ainda reside, uma hora ou outra ela vai crescer, a diferença será notada, e será tarde pra correr atrás de qualquer estrago. Mudanças estão a vim, serão as melhores possíveis
. Uma tempestade está à aportar, ela vem pra lavar o velho e trazer novas perspectivas.... o que eu tenho a dizer é, minhas singelas desculpas.