20/03/2016
Diario de um esquizofrenico
Quando eu acordo logo de manhã, minha gata chamada Ariel, me da bom dia, em alto tom e a melhor parte é que ela ta olhando pra mim...vou fazer meu café, como de costume, ao meu lado ta Zeus me dizendo se o dia vai cair relâmpagos ou não. sento na mesa pra degustar a minha bolacha cream cracker e me deparo com um duende me dizendo que, seu eu pisar em um monte de bosta sem ver eu serei rico. Engraçado ele me fala isso e eu piso mesmo assim sem saber....Indo ao trabalho eu tenho que aguentar uns 8 a 10 alunos, me fazendo cada pergunta interessante.... ao olhar pela janela eu vejo um dragão e um leviatã brigando por um braunie que minha amiga fez. Quando largo parece que eu to num show ao vivo de sistem of a down, Obrigado era tecnológica. Enquanto ando nas ruas barrentas e esburacadas do bairro do janga, Ah o mítico bairro do janga....do meu lado direito o apocalipse rolando, os quatro cavaleiros do apocalipse cavalgando freneticamente e ceifando almas penadas. Ao meu lado esquerdo a torre da babilônia pegando fogo e prestes a cair... uma sinfonia de desastres. Enquanto isso eu caminho, desviando das imensas poças de lama, por que choveu no dia anterior, com um imenso sorriso no rosto. Mais uma rotina árdua de comer e ir trabalhar, ensinar crianças desprovidas de luz... ah meus alunos, meus queridos alunos, como não ter um dia ruim com eles...voltando pra casa depois de um dia muito cansativo desopilo em um mundo virtual, onde eu posso carregar um martelo maior que minha estatura, onde eu posso ser um mago com o poder de destruir o mundo, onde eu posso ser quem eu quiser, mas mesmo assim eu continuo sendo eu. No meu mundo não tem regras, no meu mundo tudo vale ouro, no meu mundo sentimentos vai e vem com facilidade, no meu mundo existem guerras, no meu mundo existe paz, no meu mundo existe tudo, Menos uma donzela em apuros, por que isso ai, já não é mais possível de existir. Isso ai já é parte do meu imaginário, isso faz parte dos planos do meu alter-ego. Já a noite eu me deito, encosto a cabeça no meu travesseiro e uma voz me sussurra: '' todos sabem que você é insano, todos sabem que você é um ser profano'', eu viro a cabeça olho nos olhos da criatura e falo: '' quero saber de algo que eu não sei'', viro a cabeça e vou dormir, assim eu vou levando uma vida normal e tranquila, não ligo pelos julgamentos e tormentos que os outros vem colocando em minha cabeça. Quer entrar na minha mente? boa sorte, espero que goste do que você vai ver, espero que não se assuste ao se deparar com o que verás.
10/01/2016
A realidade nunca foi tão bom
12/11/2015
O monstro que habita em mim.
Ultimamente eu venho travando diversas batalhas contra o mostro e ultimamente eu tenho perdido algumas, ganho outras. Na via das duvidas eu saboto ele mostrando algo que ele quer ver ou algo que ele quer sentir, porém é uma faca de dois gumes ao qual estou me sujeitando...
Fui conversar com a minha alma na beirada do porto e vi outros monstros parecido com o jackal e eles me lembraram como era bom deixa o monstro tomar conta do meu corpo, me falaram que valia a pena cada minuto que o monstro estava liberto. Daí lembro do tempo em que o monstro tinha sido libertado por completo e eu não tinha mais controle sobre o mesmo. Tinha desistido de viver, tinha pensado que ele ia viver a minha vida pra sempre. Até que um dia, aprendi a dialogar com à atrocidade e pude enxergar a sua verdadeira natureza e por seguinte conseguir aos poucos ir adestrando esta aberração....
Um belo dia eu o enganei e tranquei em minha jaula, onde a chave ele tem, porém não sabe a usar. Cada dia que se passa eu percebo que ele vem prestando atenção em como abrir essa jaula e de instante em instante eu venho desconversando ele a não abrir a jaula, tanto pro meu bem como pra o dele. Desconstruir o ideal que este monstro construiu em minha mente. Noto diversos erros em sua filosofia de vida, claro eu ainda me questiono diversas vezes se é realmente necessário manter ele neste estado estável, mais dai me vem em mente a destruição causada pelo jackal....
O que me resta é reconstruir uma nova ideia com a minha filosofia. O que me resta é passar o cadeado na jaula aonde ele está aprisionado.O que me falta é ter fé para passar o cadeado e montar uma nova linha de pensamento, um ideal onde será uma anarquia comportada, um ''Luisismo'' onde opostos pensamentos vivem em harmonia completa, aonde a insanidade vive lado a lado com a sanidade, ambos vivendo harmonicamente. Será apenas mais um devaneio utópico ou um sonho realizável porém de difícil acesso?
Lá vou eu, mais uma batalha mental a travar....
27/10/2015
Atraves da dor que eu sentir o amor
27/07/2015
Na companhia do silêncio
não sei se plano uma eminente fuga, ainda não sei se tenho culpa.
Na companhia do silencio que assombra a noite
não consigo elaborar uma estrategia que me deixe forte
um alabastro incandescente, as vezes não é o suficiente.
as vezes eu me faço as mesmas perguntas de Sócrates.
a resposta continua sendo a mesma.
uma resposta que me causa uma certa revolta.
O inquebrável silencio, o fantasma mudo não sabe gesticular
ai já se esgotam as minhas formas de pensar.
mais ai é que tá... essa batalha todo dia eu to a travar.
uma luta com o meu eu interior, uma lutar contra o doutor ensandecido
uma luta com o meu ente enlouquecido.
Ando escrevendo, não há nada de errado nesta sentença.
o que eu não posso dizer é:
ando correndo, mas na verdade parece que eu ando morrendo.
isso aqui não é uma relés carta de suicido.
na verdade isso nem ta passando nos meus pensamentos.
A vida é uma dura ditadura, ainda mais onde eu moro,
É um transtorno, imagine só a vida do povo.
mas eu não quero falar de politica,
Quero recitar a vida, quero recitar a alegria de poder questionar
A alegria de poder caminhar nas calçadas
e saber que mais um dia se passou, e eu ainda vou ver o mundo evoluir
26/07/2015
Um estranho na caminhada #1
21/05/2015
Transmita calma pra sua alma
A inutilidade me leva a uma fatalidade sem fim.
eu vim para mostrar uma minha qualidade.
vamos por partes, mostrando a verdeira arte.
A simplicidade de um ser, a facilidade em obter um certo sentimento que ecoa por dentro.
eu entro e sento em um quarto oval,
ao qual existe uma arma fatal, muito letal.
o ente maléfico conhece essa arma e sabe usar ela.
as farpas de um mal sucesso, assim eu obtenho acesso.
de longe ou de perto , de todo jeito eu sou atingido.
desintendido eu continuo lutando e desacatando o meu ente maléfico.
no meu ateliê de pensamentos, guardo as memorias póstumas que me fizeram mal.
Nada de normal consta em minha ficha medica.
algo formal se entrosa na obscuridão dos meu pensamentos.
o tempo voa como vento
não é repudio que eu sinto por dentro
não entro em contradição, já andei na contramão
preparo essa letra para canta-la com um microfone em mãos
preste bem atenção, a rima ta la e cima.
não duvide dos ''mib'', os homens de preto .
não sustento nenhuma firma.
la de cima a vista é linda
é necessário ter calma na alma.
o inferno fica apenas sete palmos da terra.
Enfrentar os meus demônios.
sera que eu devo adotar um pseudônimo?
no anonimato eu não me restrinjo
eu vingo e sigo enfrentando com um alto animo
o desanimo não me abala, o desafio não me mata
as cartas estão na mesa
vou pega a realeza de surpresa
a destreza me mantem vivo
sei muito bem quem é o eu inimigo
o mito é sustentando por uma crença
será isso mais uma doença social ?
o alto astral, a arma letal.
não há condicional,não me apego em escala sentimental .
vejo as nuvens desa vasta terra
mais parece que o holofote não e erra.
quem fere com ferro com ferro sera ferido
o individuo, nativo mas desimpedido
este céu azul me mantem acorrentado no chão.
já de ante mão, não sei se fico ou não
armas letais os meios essenciais de não cair em um mito
encarcerado pelos meus pensamentos
duvidas e mais duvidas ecoam por dentro
sentimento sem nexo que assombra o meu sera
a tartaruga pode vencer a lebre .
espero que isso se torne uma febre
de leve eu me disperso das emoções
situações fictícias isso aqui não é a Fenicia .
lobos humanitários, matando homens que nem protozoários
respeito a vida alheia, é assim que se semeia
gente feia querendo saber da vida alheia
é assim que o mundo gira
do fundo do peito eu aguardo a anestesia em meu leito
feito criança eu instigo e inspiro a alma humana
se roubar eu demando uma derrama.
sem drama por favor
a minha felicidade cresce feito grama
da laa que me chama, eu continuo em coma
sem onda mano eu estou em chamas
a dama que me ama, eu saio da coma .
não almejo a fama, apenas um beijo.
do mais leigo ao mais esperto
eu vago sem rumo em um cemitério
não há mistério, apenas um comentário levado a serio
sem medo eu continuo com a minha fé em dia
nervos a flor da pele, de pé em pé eu ado
sem medo de acordar cedo, eu levo tudo a serio.
rumos diferentes eu vou sem medo de errar.
não quero parar por nem m segundo.
em meu mundo existe todo um conteúdo.
minha alma esta sendo salva pelos anjos guerreiros
guerrilheiros da fé sem ter medo de morrer.
de pouco a pouco eu estreito as pontes que eu mesmo queimei.
me lembrei das horas passadas, das batalhas travadas.
as horas marcadas me mostram que o tempo não para.
de hora em hora demônios atentam a discórdia
apenas peço um pouco de misericordia.
passo a passo eu acabo andando sem rumo
andando a fundo, nada pode abalar o meu mundo
as sementes que eu plantei, por certeza eu colherei bons frutos para o futuro.
a escuridão me assombra, me pego vagando na penumbra
a minha idade não deslumbra ninguém, sendo assim eu não sou nenhum refém.
já não sei quem é que quer o meu bem.
contar historias sem gloria de quando um dia eu já tive.
Boas lembranças eu já obtive, memorias e constante declive.
porém os meus neurônios não sobrevivem
a mina boa vontade mantem a minha serenidade e dia